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Projetos do EMI-Eventos são aprovados no Programa PINCEL

Criado: Quinta, 10 de Maio de 2018, 12h46 | Publicado: Quinta, 10 de Maio de 2018, 12h46 | Última atualização em Quinta, 10 de Maio de 2018, 18h12 | Acessos: 494

Três projetos realizados pelos estudantes do Ensino Médio Integrado a Eventos foram aprovados no Programa de Incentivo à Cultura, Esporte e Lazer Discente (PINCEL)  e dois estão em lista de espera. “Quando soubemos que tínhamos ganhado o pincel foi a prova de que a dedicação e a persistência são essenciais tanto no ramo de eventos quanto na vida”, celebrou a estudante Anna Gabriela Lorenz, da equipe da Festa Junina, primeiro lugar no Pincel.

 O resultado é fruto de um trabalho de reconfiguração da prática pedagógica realizado desde abril do ano passado que começou com o projeto de ensino “IFB em Transição” e que hoje é a realidade de todo o EMI-Eventos. O projeto surgiu com o objetivo de implementar a integração prevista no  Plano Pedagógico do Curso do EMI-Eventos. “Fizemos uma formação com o professor José Pacheco (Ecohabitare) e após estudar e experimentar novas metodologias no ano passado, nos sentimos seguros para começar uma transição pedagógica no Ensino Médio”, relata a professora Alice Watson, da equipe envolvida no projeto.

 A experiência vivida em 2017 orientou as transformações que viriam em 2018. Por meio da metodologia de trabalho por projetos, os estudantes iniciaram o semestre se dividindo por afinidades de temas para realizar projetos na área de eventos. Festa de 15 anos, festa junina, festival cultural, renovação de votos e mutirão são alguns dos projetos desenvolvidos. O primeiro bimestre foi dedicado à escrita do projeto e, o segundo, à execução.

 Dois dias por semana os estudantes não tem aulas e nem são divididos por turmas e anos. Na terça, são os dias de tutorias e oficinas da área técnica. As quartas se envolvem com os professores em grupos de estudos de temas que escolheram em assembleia e que contemplam desde o conteúdo obrigatório do PAS/ENEM aos interesses individuais. Há também tempo para estudo autônomo sob a orientação dos tutores e professores especialistas nas componentes curriculares.

 Cada um dos nove grupos de projetos é acompanhado por um professor tutor no desenvolvimento de projetos transdisciplinares. Tutores e tutorandos se encontram semanalmente para trabalhar, além dos projetos, a autonomia, a pesquisa e o senso de equipe, o que fortalece o vínculo entre todos. “Esse novo jeito de ensino ajuda as pessoas a virarem seres humanos em primeiro lugar”, resume Iacy Coelho, estudante do EMI-Eventos.

 

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