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Eventos

Criado: Sexta, 07 de Março de 2014, 11h54 | Publicado: Sexta, 07 de Março de 2014, 11h54 | Última atualização em Segunda, 28 de Novembro de 2016, 16h48 | Acessos: 8122

FEPET 

O Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Brasília, realiza anualmente a Feira de Educação Profissional e Tecnológica – FEPET, com a exposição de seus cursos, desde os de formação inicial e continuada – FIC , passando pelos cursos de nível técnico concomitante e subsequente, tecnológico, de licenciatura, bacharelado e pós-graduação

O evento possibilita o estreitamento das relações educacionais com o mundo do trabalho e emprego relacionando ensino profissional, pesquisa e extensão. Trata-se de um evento voltado para a o público patronal com ênfase nos APLs.

A divulgação, de forma inovadora e dinâmica, dos cursos e projetos do IFB por meio dos trabalhos expostos possibilita o reforço da marca e da concepção de Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Brasília, bem como do conceito de educação profissional junto à comunidade.

Nesse cenário, ocorre a integração de discentes e docentes de todos os campi, empresários dos cursos ofertados, movimentos sociais e sindicais, órgãos governamentais e de maneira dinâmica e interativa para conhecer, ou reforçar, os cursos do IFB e a concepção do importante papel da Educação Profissional junto à sociedade e suas possíveis soluções   ações no âmbito do ensino, pesquisa e extensão. 

 


V FÓRUM DISTRITAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INCLUSIVA

Objetivo:
Dar evidência às ações de inclusão desenvolvidas pelo IFB e demais institutos da rede, permitindo a discussão dos principais desafios enfrentados na efetivação da inclusão e a busca de soluções conjuntas, além do compartilhamento das experiências exitosas na promoção da acessibilidade: acesso, permanência e êxito e divulgação de tecnologias assistivas criadas pela rede.

O evento, que existe desde 2012, é organizado pala Coordenação de Ações Inclusivas da Pró-reitoria de Extensão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília. Veja o breve histórico abaixo:


1ª Edição/2012
Teve como tema discutir a necessidade da construção de uma rede federal de educação profissional firmada nos princípios de uma educação para todos, a partir de recursos e estratégias na promoção da inclusão e da acessibilidade. Na ocasião, foram evidenciados todos os principais projetos e programas que iniciavam nas instituições da rede federal. O destaque foi para as ações dos NAPNE (Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas), já existentes em alguns institutos da rede.

2ª Edição/2013
Teve como tema: “Inserção Sociolaboral: Educação para o Trabalho de Pessoas com Necessidades Específicas”. Sobre a inserção sociolaboral da pessoa com deficiência, vale destacar o disposto no Decreto nº 129, de 22 de maio de 1991, que promulga a Convenção nº 159, da Organização Internacional do Trabalho - OIT, sobre Reabilitação Profissional e Emprego de Pessoas Deficientes. Segundo Santos (2011), o Brasil, ao promulgar a Convenção nº 159, por meio do Decreto 129/91, sem qualquer restrição, assumiu o compromisso de cumprir as medidas por ela determinadas.

3ª Edição/2014
Teve como tema "A Educação Profissional e Tecnológica Inclusiva: uma avaliação para corrigir os rumos". Como fruto dessa edição, foi criado um grupo de discussão virtual e permanente (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) com o fim de trocar informações e discussões sobre a temáticas, contribuindo para o aperfeiçoamento pessoal e profissional dos participantes.

4ª Edição/2015
Teve como tema "A Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica: Realinhando os caminhos para a inclusão". O Fórum Distrital discutiu todas as temáticas envolvidas em inclusão. Não só pessoas com necessidades específicas, mas com relação ao gênero, raça e o Programa Mulheres Mil do Ministério da Educação.

5ª Edição/2016
Em sua quinta edição, o evento tem como tema “Desafios na Educação Profissional e Tecnológica: a diversidade que nos une”. O Fórum aconteceu de 29 a 31 de agosto de 2016.

 

CICLO DE PALESTRAS 

Objetivo:
Promover palestras sobre o atendimento específico aos alunos, bem como levar informações sobre diversidade, inclusão, gênero e raça. A escolha dos temas para discussão tem como finalidade sensibilizar o público, fomentar a reflexão sobre os assuntos e proporcionar compartilhamentos sobre as possibilidades educacionais frente às novas demandas da sociedade.

O evento, que existe desde 2015, é organizado pala Coordenação de Ações Inclusivas da Pró-reitoria de Extensão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília. Veja abaixo os temas discutidos até o momento:

1ª Ciclo de Palestras/2015

- Autismo e Intervenção Pedagógica (26 de março/2015) – Palestrante: Mara Rúbia Martins

- TDAH e a Escola (07 de maio/2015) – Palestrante: Sintia Matias Gontijo

- Saúde Mental e o contexto educacional (21 de maio/2015) – Palestrantes: Nadja Waléria Vilela Camara E Jacqueline Grigório Santiago

- Questões raciais na Escola (18 de abril/2015) – Palestrante: Adeir Ferreira Alves

- Ensino de Português como Segunda Língua para Surdos (10 de junho/2015) – Palestrante: Margot Latt Marinho

- O Perfil do aluno na Educação Profissional (13 de agosto/2015) – Palestrante: Marcia Castilho Salles

- Atendimento do Deficiente Mental no Contexto da Educação Técnica e Profissional (07 de outubro/2015) – Palestrante: Cecília Gomes Muraro Alecrim

- Discussão Acerta da Inclusão de Docentes Surdos no Ensino Superior (09 de novembro/2015) – Palestrante: Falk Moreira

- O intérprete Educacional na Educação Profissional (09 de novembro/2015) – Palestrante: José Ednilson Junior

- Relações de Gênero no Contexto Educacional (16 de novembro/2015) – Palestrante: Aldry Sandro Monteiro Ribeiro

2ª Ciclo de Palestras/2016

- Iguais, porém diferentes: Padrões Sociais de Gênero em Discussão (28 de março/2016) – Palestrante: Aldry Sandro Monteiro

- Distúrbios do Processamento Auditivo (10 de maio/2016) – Palestrante: Carla Silva

- Acessibilidade no Ensino (10 de maio/2016) – Palestrante: Sanda Patrícia do Nascimento

- Lei Brasileira da Inclusão: o que muda no IFB? (30 de maio/2016) – Entrevistada: Loni Elisete Manica

- Estratégias didático-pedagógicas para a qualidade da relação professores e estudantes com TDAH (30 de junho/2016) – Palestrante: Anaí Peña

- Imigração e o Contexto Educacional (10 de julho/2016) – Entrevistado: Alberto Carvalho

 

Encontro Distrital de NAPNE
 
O Encontro Distrital de NAPNE do IFB é um evento realizado anualmente desde 2011. Tem como proposta ampliar as discussões sobre as ações dos núcleos no IFB para a garantia da acessibilidade das pessoas com deficiência no acesso e na permanência nos cursos ofertados pelo instituto. 
 
O Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE) é um setor consultivo que responde pelas atividades de inclusão das pessoas com necessidades específicas no instituto. Sua finalidade é promover a cultura da “educação para a convivência”, aceitação da diversidade e, principalmente, a quebra de barreiras arquitetônicas, educacionais, comunicacionais e atitudinais, de forma a fomentar a inclusão de todos na educação profissional e tecnológica. O NAPNE está presente nos 10 campi do IFB, sua equipe é instituída por uma portaria da Direção Geral, sendo a coordenação eleita e demais membros voluntários. Este núcleo foi estabelecido por meio da Resolução nº 24/2013 que regulamenta o funcionamento e as atribuições dos NAPNE.
 
 
Encontro de Tradutores e Intérpretes de Libras
 
O Encontro de Tradutores e Intérpretes de Libras do IFB é um dos projetos criados pela Coordenação de Ações Inclusivas da PREX. Este evento visa a melhoria da qualidade do trabalho interpretativo no IFB com foco no Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) e nos estudantes atendidos por esses profissionais. A principal preocupação é criar um espaço para aprimoramento com palestras e oficinas, no qual o intérprete também possa compartilhar suas experiências e conhecimentos, discutir os principais entraves na interpretação educacional e buscar soluções de forma coletiva.
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