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Pluralidade: Simplicidade Premiada

Criado: Terça, 08 de Setembro de 2026, 07h30 | Publicado: Terça, 08 de Setembro de 2026, 07h30 | Última atualização em Sexta, 04 de Setembro de 2026, 17h42 | Acessos: 16

Na educação, o conhecimento também ganha novos sentidos quando abre espaço para o diálogo, a criatividade e a reflexão sobre questões que atravessam a sociedade. É essa perspectiva que marca o trabalho desenvolvido pela professora Luciana Henrique, que encontrou na sala de aula e na mobilização da comunidade acadêmica caminhos para promover discussões sobre gênero, raça, trabalho e empoderamento feminino.

No IFB Campus Brasília, uma dessas experiências aconteceu durante as atividades do Dia Internacional da Mulher. A professora mobilizou todo o campus para uma programação que uniu arte, literatura e diálogo, com oficinas de colagem, rodas de conversa, poesia e canto. Mais do que celebrar a data, a iniciativa criou um espaço coletivo de reflexão sobre as diferentes experiências das mulheres e sobre a importância do reconhecimento e do empoderamento feminino.

A proposta também esteve presente dentro da sala de aula, nas atividades da disciplina Teoria do Texto Lírico. A partir de autoras como Conceição Evaristo e Bell Hooks, os estudantes foram convidados a aprofundar discussões relacionadas a gênero e raça e a perceber a literatura como espaço de expressão, questionamento e construção de novas perspectivas.

Em uma das atividades, no Dia da Consciência Negra, canetas coloridas e tintas ajudaram a transformar o processo de aprendizagem em uma experiência visual e criativa. Os estudantes selecionaram palavras para construir novos poemas, explorando a composição do texto e criando poemas visuais. 

As duas experiências ultrapassaram os limites do campus e ganharam reconhecimento. As iniciativas foram premiadas em primeiro lugar no Congresso da Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e no programa Maria da Penha vai à Escola, destacando a relevância das ações desenvolvidas no IFB.

Mais do que atividades acadêmicas, essas experiências mostram como a educação pode contribuir para a formação de sujeitos críticos e para a construção de espaços de diálogo e transformação. É assim que o IFB reafirma seu compromisso com uma educação plural e transformadora: uma educação que não se limita a transmitir conteúdos, mas que cria oportunidades para questionar, criar, dialogar e construir novas possibilidades, dentro e fora da sala de aula.

Ouça o depoimento sobre a iniciativa no Spotify ou assista pela TV IFB.

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