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Curso de Eventos do Campus Brasília promove palestras sobre a Copa 2014

Criado: Quarta, 14 de Dezembro de 2011, 13h01 | Publicado: Quarta, 14 de Dezembro de 2011, 13h01 | Última atualização em Quinta, 05 de Dezembro de 2013, 10h22 | Acessos: 3226

“IFB na Copa 2014” – este foi o tema das palestras ocorridas no Campus Brasília do Instituto Federal de Brasília (IFB), na noite da última terça-feira, 13 de dezembro. O assunto foi proposto pelos alunos do Curso Técnico Concomitante em Eventos, que tiveram, ainda, a responsabilidade de organizar todo o encontro. “A proposta é a formação na prática, com assuntos atuais e de interesse dos alunos”, relata a professora Daniela Fantoni, docente da Área de Hospitalidade e Lazer.


A palestrante convidada, Ariadne Bittencourt, subsecretária de Políticas de Turismo do Distrito Federal, falou da experiência da África do Sul, país-sede da copa em 2010. Ariadne destacou a diversidade cultural do país, que possui onze idiomas, e, comparativamente, a proporção entre a moeda local e o real, dólar e euro. “Minha proposta é de trazer para vocês o olhar da Copa da África do Sul, com suas prioridades e entraves; a grandeza deste evento em relação ao cenário político, motivacional para seu povo e geográfico, além de pontos como transporte e os acordos firmados entre a FIFA e a própria legislação do país. Podemos e devemos aprender com a vivência da África do Sul; lógico, respeitando as diferenças do país africano e o nosso. Certamente, hoje, o Brasil está bem mais preparado para realizar a Copa de 2014.”


Durante a palestra, Ariadne enfatizou alguns aspectos em que o Brasil já possui uma melhor estrutura e gestão para a próxima Copa. “O sistema de segurança alimentar foi um problema sério na África do Sul. O Brasil de hoje está melhor estruturado. Temos leis e entidades fiscalizadoras atuantes”, afirma Bittencourt.


Luciano Portilho, coordenador geral da Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Diretos do Torcedor do Ministério do Esporte, foi outro palestrante que reafirmou a importância de o Brasil sediar a Copa do Mundo. Definiu como grande salto para o povo brasileiro, justificando que o evento deixará um excelente legado de infraestrutura de transporte aéreo, portuário e malha rodoviária, além da capacitação e inclusão social do trabalhador. “A Copa do Mundo 2014 deverá somar R$ 187 bilhões ao PIB brasileiro até 2019 (+ 0,4% ao ano)”, enfatizou.


Portilho alertou sobre a preservação da soberania nacional conciliada com as exigências da FIFA. No Congresso Nacional tramita o Projeto de Lei nº 2330/11, que dispõe sobre as medidas relativas à Copa das Confederações FIFA de 2013 e à Copa do Mundo de 2014. “Há leis nacionais no tocante ao acesso do idoso aos eventos culturais, esportivos, sociais, bem como à questão de venda de bebida alcoólica em estádios. Teremos que nos posicionar junto à FIFA quanto a essas questões e outras que poderão interferir em direitos já conquistados pela população”.


“O que queremos com a Copa do Mundo? Primeiramente mobilizar o país; e essa missão não deve ser difícil, pelo perfil do brasileiro”, destacou Luciano.


O encerramento do evento foi com a participação dos alunos e professores, que interagiram com os palestrantes, debatendo a proposta de formação para a Copa do Mundo 2014.


Acompanhe as proposições para o Projeto de Lei 2330/11.

 

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