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Câmara sai em defesa do IFB e exige revogação do bloqueio orçamentário

Criado: Segunda, 10 de Junho de 2019, 13h54 | Publicado: Segunda, 10 de Junho de 2019, 13h54 | Última atualização em Segunda, 10 de Junho de 2019, 19h27 | Acessos: 80

A Câmara dos Deputados promoveu, na sexta-feira (7), no plenário Ulysses Guimarães, sessão solene em “Defesa do Instituto Federal de Brasília (IFB) e da Universidade de Brasília (UnB)”. No ato, parlamentares de diversos partidos destacaram o trabalho desenvolvido pelas duas instituições federais públicas de ensino e manifestaram-se contrários ao bloqueio de verbas por parte do Ministério da Educação (MEC), em média de 30% no orçamento das instituições.

Mesmo ausente, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), deixou seu pronunciamento para ser lido, afirmando que o tema do debate era oportuno e que o Legislativo tem compromisso com a causa, citando o funcionamento de pelos menos três frentes parlamentares sobre o tema. “Educação pública não é gasto, é investimento”, diz trecho de seu discurso.

Para Flávia Arruda (PL), a “extraordinária importância da UnB e do IFB e seus serviços prestados a Brasília e ao Brasil deveriam bastar para que os recursos necessários para suas atividades fossem ampliados”. Segundo a deputada, “contingenciar, cortar e reduzir é retrocesso para a educação e sinal triste para o futuro”. Flávia exortou os pares a ampliar as verbas para a área nas discussões do orçamento de 2020.

Erica Kokay (PT), que presidiu os trabalhos, disse que a sessão era uma construção coletiva da maioria da bancada do DF e um marco que mostra o compromisso dos parlamentares com a educação pública. “Vamos continuar teimando por tudo que o IFB e a UnB tem produzido em prol da humanidade”, afirmou, anunciando o lançamento, ainda em junho, de um fórum permanente em defesa das duas instituições.

Sonho — O pró-reitor de Ensino e reitor substituto do IFB, Adilson César de Araújo, lembrou que em apenas um década de existência o instituto se enraizou em todas regiões do DF, com a presença de 10 campi e mais de 20 mil estudantes. Destacou os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), no qual estudantes dos cursos técnicos integrados ao ensino médio ofertados pelos institutos federais tiveram desempenho superior a países desenvolvidos.

“Uma educação profissional e tecnológica de qualidade se faz com investimentos, formação de professores, laboratórios, ambiente acolhedor. Em mais de cem anos de rede federal já tivemos e superamos diversas crises. O sonho não se apagou e não vai se apagar agora”, afirmou Araújo.

Também se pronunciaram os deputados Professor Israel Batista (PV) e Paula Belmonte (Cidadania), o senador Reguffe (Sem Partido) e representantes da UnB, de entidades sindicais e estudantis. A íntegra da sessão pode ser conferida no link.

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