Ir direto para menu de acessibilidade.
Portal do Governo Brasileiro
Portuguese Portuguese
pt Portugueseen Englishes Spanish
Página inicial > Reitoria > EstAção IFB: o que é Economia Criativa? 
Início do conteúdo da página

EstAção IFB: o que é Economia Criativa? 

Criado: Quarta, 11 de Março de 2026, 16h50 | Publicado: Quarta, 11 de Março de 2026, 16h50 | Última atualização em Quarta, 11 de Março de 2026, 16h50 | Acessos: 28

A indústria criativa tem recebido atenção crescente de governos, universidades e setores produtivos em todo o mundo nas últimas duas décadas. No Brasil, a chamada Economia Criativa também vem ganhando espaço e se consolidando como um setor em expansão. Mas o que exatamente significa esse termo? Esse é o tema do EstAção IFB desta semana.

Segundo a Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura (Minc), a definição reúne dinâmicas culturais, sociais e econômicas que se desenvolvem a partir do ciclo de criação, produção, distribuição e consumo de bens e serviços resultante de setores criativos. O valor dessas produções está associado principalmente ao seu simbolismo, que pode resultar tanto em produtos comercializáveis quanto em contribuições para a construção social e cultural, indo além da riqueza econômica.

A convidada deste episódio é Cláudia Leitão, professora, pesquisadora e consultora na área de Economia Criativa e atual secretária nacional de Economia Criativa do Minc.

Embora o setor seja bastante presente no cotidiano do país, o termo ainda desperta dúvidas entre quem deseja ingressar nessa área. Questões como por onde começar, onde buscar apoio e inspiração, como identificar potenciais criativos, encontrar público e evitar erros comuns foram alguns dos temas abordados durante a conversa.

Ao longo do episódio, Cláudia destacou que a palavra-chave para compreender a Economia Criativa é ecossistema, visto que o setor se estrutura na interdependência, na colaboração e na conexão entre diferentes agentes e áreas, envolvendo todas as etapas do processo produtivo, da criação até a circulação. Esse ecossistema abrange campos diversos, como design, audiovisual, moda, arquitetura, urbanismo, artes, indústria de games, publicidade e jornalismo, além de manifestações culturais como festas, celebrações, cultura alimentar, música, literatura e cinema.

Cláudia também ressaltou a importância dos estudos para quem atua na área, reforçando que o aprendizado é contínuo e acompanha as constantes transformações do setor.

Ouça aqui>> o podcast do EstAção IFB e/ou assista aqui>> na TV IFB no YouTube.

registrado em: ,
Fim do conteúdo da página