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Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador: IFB, sobrenome Ciência

Criado: Quarta, 08 de Julho de 2026, 07h00 | Publicado: Quarta, 08 de Julho de 2026, 07h00 | Última atualização em Terça, 07 de Julho de 2026, 18h00 | Acessos: 97

No dia 8 de julho é comemorado o Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador, que celebra a produção científica no Brasil. A data foi instituída em homenagem à fundação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), estabelecida pelas Leis nº 10.221, de 2001, e nº 11.807, de 2008.

O IFB é uma instituição de ensino, com destaque à Ciência e Tecnologia. Conforme seu estatuto, as ações de pesquisa visam à formação científica em todos os níveis e modalidades de ensino, produção de conhecimento, produção tecnológica e empreendedorismo voltados para a inovação e a solução de problemas científicos e tecnológicos ligados ao desenvolvimento local e regional, nas suas dimensões econômica, social, artística e cultural.

O setor que orienta essa área no IFB é a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI). Segundo a pró-reitora do IFB, Simone Braz Ferreira Gontijo, na instituição a ciência está relacionada às necessidades da comunidade, ao mundo do trabalho e à ação.

“Cientistas e pesquisadores caminham juntos na missão de resolver problemas, e ambos dependem rigorosamente do método científico para garantir a validade de suas descobertas. A diferença fundamental está na fronteira do conhecimento em que operam. O pesquisador vai a campo para investigar, coletar dados e compreender um fenômeno específico, aplicando e cruzando teorias já existentes para diagnosticar e resolver problemas práticos da realidade. O cientista questiona o próprio conhecimento estabelecido, colocando em xeque as teorias vigentes para formular novas hipóteses, descobrir leis universais e expandir os limites daquilo que se conhece”, disse a pró-reitora ao explicar a diferença entre cientista e pesquisador. 

O IFB impulsiona a formação de pesquisadores ao integrar a indissociabilidade entre ensino, pesquisa, extensão e inovação, garantindo que a investigação científica seja parte do cotidiano pedagógico de estudantes e servidores. Essa diretriz teórica se materializa na prática por meio dos editais de fomento à pesquisa e inovação, que fornecem recursos financeiros, bolsas e infraestrutura para viabilizar os projetos, além de permitir que parte da carga horária dos servidores seja destinada à pesquisa.

“Os avanços nessa área consolidam-se na ampliação das bolsas de Iniciação Científica para estudantes (desde o nível médio até o mestrado), orientadores de Iniciação Científica e servidores desenvolvendo estudos de pós-doutorado”, explicou Simone, destacando ainda a ampliação na oferta de programas de pós-graduação stricto sensu no IFB. “Paralelamente, o IFB tem fortalecido seu ecossistema de inovação por meio do expressivo crescimento no registro de propriedades intelectuais, como softwares, conectando essa proteção a movimentos estruturados para que haja a transferência de tecnologia para que o conhecimento gerado na instituição cheguem efetivamente à sociedade”, contou.

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