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Estudantes do IFB participam de formação sobre controle social no SUS

Criado: Sexta, 23 de Outubro de 2026, 17h19 | Publicado: Sexta, 23 de Outubro de 2026, 17h19 | Última atualização em Sexta, 23 de Outubro de 2026, 17h19 | Acessos: 30

Estudantes do Proeja Técnico em Secretariado do Campus São Sebastião do Instituto Federal de Brasília (IFB) participaram, em 22 de outubro de 2026, de uma formação sobre participação e controle social no Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade é conduzida pelo Assistente Social Wellington Monteiro Ferreira, do Núcleo de Educação Popular, Cuidado e Participação na Saúde (Angicos), da Fiocruz Brasília.

A atividade busca ampliar a compreensão sobre o controle social no SUS do Distrito Federal e estimular a participação dos estudantes em projetos de formação e mobilização em seus territórios. O diálogo aborda os princípios de universalidade, integralidade e equidade e as particularidades do sistema de saúde no DF.

História da saúde pública e participação social

A programação do primeiro encontro trouxe um panorama da trajetória da saúde pública no Brasil, desde a colonização até a consolidação do SUS, com foco nas relações entre Sociedade, Democracia e Estado. Entre os marcos estão o Movimento da Reforma Sanitária Brasileira, a 8ª Conferência Nacional de Saúde (1986) e a Constituição de 1988. Além das discussões sobre o conceito ampliado de saúde e a participação social.

Organização do SUS e cartografia social

Em seguida, tratou da organização, da gestão e do financiamento do SUS, além das diretrizes de descentralização, regionalização e hierarquização e da Rede de Atenção à Saúde do DF, dividida em sete regiões.

A cartografia social foi apresentada como ferramenta de participação e controle social em saúde. Essa abordagem considera o território e suas relações sociais para apoiar o diagnóstico comunitário, identificar iniquidades e valorizar iniciativas locais, como redes comunitárias e coletivos.

A atividade será concluída em 12 de novembro de 2026, quando serão apresentados os conselhos locais de saúde e a concretização da participação popular no SUS-DF e, ainda, os referenciais político-pedagógicos da participação, mobilização e comunicação popular em defesa da vida.

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