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Servidores e alunos do Campus Planaltina doam sangue em trote

Criado: Quarta, 16 de Fevereiro de 2011, 17h35 | Publicado: Quarta, 16 de Fevereiro de 2011, 17h35 | Última atualização em Quinta, 05 de Dezembro de 2013, 10h22 | Acessos: 2350

Quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Os calouros dos cursos de Agroecologia e Agropecuária, acompanhados de servidores - todos do Campus Planaltina - participaram nesta quarta-feira, 16, do “trote solidário” quando 29 pessoas do IFB foram ao Hemocentro de Brasília para doarem sangue. O evento compõe as atividades de recepção dos novos alunos e contou com a cooperação do órgão de saúde.

Aluna Maria da Conceição Pires, da Agroecologia participando do trote solidárioA estudante Larissa Farias, que ingressou essa semana no Curso Técnico em Agropecuária, elogiou a iniciativa. “É bem mais interessante, essa é uma forma solidária de sermos recebidos pela Instituição. Mostra que o IFB é solidário”, comenta a caloura. Ela relata que já sofreu trotes que considerou “pesados” e que deixou os novatos assustados. Esses trotes teriam ocorrido em uma instituição de ensino onde Larissa cursa uma formação superior.

A enfermeira do Campus Planaltina, Joyce Silva dos Santos, uma das organizadoras da atividade, diz que a ideia do trote solidário partiu dos estudantes do curso Superior de Tecnologia em Agroecologia. De acordo com ela, há três o IFB realiza parcerias com o Hemocentro, mas em 2011 é a primeira vez que isso se insere no trote.

Ela conta que já houve trotes violentos e humilhantes no Colégio e que, com este novo modelo de recepção dos alunos, se espera o fim daquelas atividades. Joyce afirma, ainda, que, para evitar Servidor Henrique Oliveira participa de trote junto com alunostrotes que causem constrangimentos, as atividades de recepção estão sendo acompanhadas. “Isso (trotes constrangedores) ainda não ocorreu (em 2011) e nossa expectativa é que não ocorra”, explica a servidora.

Histórico
Várias instituições de ensino superior no País tem enfrentado problemas com trotes que, em muitos casos transformam-se em crimes e viram matérias de páginas policiais na imprensa. Em 1999 um aluno da Universidade São Paulo (USP) morreu afogado em um piscina durante um trote. Em 2011 a Secretaria Especial de Políticas Para as Mulheres, da Presidência da República, pediu explicações à Universidade de Brasília (UNB) por um trote humilhante realizado com calouras do curso de Agronomia.

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