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Planaltina: Dia de Campo e aprendizado

Criado: Quinta, 05 de Mai de 2011, 18h05 | Publicado: Quinta, 05 de Mai de 2011, 18h04 | Última atualização em Quinta, 05 de Dezembro de 2013, 10h22 | Acessos: 2080

Na quarta-feira, 4, o IFB Campus Planaltina  proporcionou um dia de demonstrações práticas para a elaboração de estratégias e construção de experiências agroecológicas. O Dia de Campo foi caracterizado por visitas à estações, como as de café e adubos verdes, diversidade genética de milho, plantas medicinais e espécies florestais nativas e exóticas. O evento teve como público-alvo, estudantes, agricultores familiares, professores e técnicos. As atividades tiveram início às nove da manhã, com encerramento ao meio dia.

A coordenadora do curso superior de agroecologia, Júlia Neves, acredita que o dia foi importante tanto para a troca de experiências, quanto para fortalecer parcerias. “Esse evento integra a comunidade escolar e a sociedade como um todo. Fortalece também, parcerias com o IFB, além de servir como  divulgação do trabalho desenvolvido pelo instituto”, ressalta.

"Trabalharam em conjunto com o Campus, a Emater e a Embrapa Cerrados, que  trouxeram produtores rurais e assentados para participar do evento”, explica a coordenadora. Estiveram presentes também  a Associação Biodinâmica e entidades de movimentos sociais, todas de Botucatu, São Paulo.

Segundo o aluno do terceiro semestre, Francisco Mourão, “o Dia de Campo foi importante para nossa compreensão do que realmente estamos fazendo ali. Eu aprendi muito com as estações e ajudei na apresentação sobre café, junto com a professora Edilene.”

Para Francisco, a participação da sociedade, foi fundamental para o evento. “Trabalho com movimentos sociais e gostei da iniciativa, pois trazer a comunidade externa ajuda na troca de experiências. Já que é uma instituição pública, ela deve atender a ela também; então vieram produtores rurais que fizeram perguntas importantes e, acredito que me ajudou no entendimento da matéria.”

“A intenção é continuar com esse evento e esperamos realizá-lo de quatro a cinco vezes por ano”, concluiu Júlia.

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